6 comentários


  1. 5 meses atrás  

    O tema abordado foi bastante interessante, pois podemos aprender como cada um desenvolve sua função de uma forma criativa e inusitada, buscando o aprimoramento do conhecimento desde o Gestor do projeto aos câmeras.Esse texto mostra também como é a indústria cinematográfica por trás das câmeras. Para se ter um produtor você precisa ter o projeto e o planejamento bem desenvolvido, pois não a quem vai querer produzir um filme sem nem ao menos saber sobre do que se trata, quais são seus objetivos e finalidades. O artigo é bem explícito nas palavras, e retrata quais são os meios para se obter custos baixos, ótimo resultado, uma equipe estruturalmente bem definida e alinhada.

    Jack Nogueira

  2. 5 meses atrás  

    Bastante didática a abordagem do autor.
    Os papéis dos agentes envolvidos, principalmente a do gerente do projeto e a do
    patrocinador ficam bastante claros, destacando as responsabilidades de cada um.
    Foi bastante enriquecedor a abordagem das questões que vão além do controle do
    gerente do projeto, onde o patrocinador tem o papel fundamental em dar
    direcionamento e suporte, além das questões importantes, como autorização de
    mudanças no escopo do projeto, análises de final de fase e decisões de
    continuação/cancelamento quando os riscos são particularmente altos.
    Fica claro no texto a importância da interação entre o Gerente de Projetos e o Sponsor
    para garantir o sucesso do projeto uma vez que o produtor executivo ou CFO, mesmo
    estando em uma posição hierárquica superior, geralmente é um mero financiador e
    usualmente tem pouca participação direta no desenvolvimento do projeto.

    Euder Barcelos

  3. 1 ano atrás  

    Excelente abordagem José Roberto, sobre o comparativo do cinema com projetos. Penso que a emoção junto à explosão de ideias no cinema, acompanhado da avalanche de seriados que chegam na internet e tvs pagas a todo momento, junto a um processo organizacional bem detalhado que o Gerenciamento de Projetos favorece, em uma nova forma de realizar produções de alta complexidades com segurança e ótima qualidade. No século 20, a separação de roteirista, diretor, produtor tinha cada um, sua função, mas com a evolução hoje encontramos mais unificadas e sendo executadas ao mesmo tempo, por apenas uma pessoa. Se me permite uma ressalva, quanto ao seu segundo diagrama, quanto à pessoa do Roteirista, por mais que tenhamos produtores fantásticos, a ideia de ter um roteiro já pronto em vez de ser encomendado, ajuda e muito o desenvolvimento do projeto cinematográfico. Tive a grata oportunidade de fazer minha graduação em Cinema e ter concluído minha pós-graduação em Projetos ajudando a organizar minhas ideias.

    deniscastro

  4. 1 ano atrás  

    Concordo principalmente com a posição do Diretor em relação ao Produtor, Produtor executivo e em relação aos papeis/funções na estrutura organizacional de uma produção cinematográfica que destaca que na estrutura macro genérica de um projeto está posicionado como Gerente de Projetos. Também foi muito válido comparar que a produção de um filme nada mais é que um esforço temporário empreendido para criar um produto único e exclusivo. Tenho como sugestão que o conteúdo poderia ser melhor apresentado com ‘list points’ para organizar em listas as características explicitadas sobre os papeis/funções de Patrocinador e Produtor, por exemplo.

    Raff Catalan

  5. 1 ano atrás  

    O artigo é bastante enriquecedor e nos mostra uma visão organizacional do mundo do cinema. Uma vez que vemos cada dia mais as grandes produtoras investindo em seus títulos e preocupadas com o lucro.
    Outra visão interessante por parte de gestão de projetos é olharmos outra estrutura organizacional, diferente do tradicional ramo de engenharia. Mostrando-nos como a gestão de projetos é rica e pode ser implementada em outros setores e outras organizações.

    Renato Tostes

  6. 1 ano atrás  

    A analogia da estrutura organizacional do cinema é uma forma simples e clara de apresentar quem são e as funções dos participantes na execução de um projeto. Esse tipo textual torna a aprendizagem enriquecedora, ainda mais para quem trabalha em projetos fora da área engenharia como eu.

    Marina Diniz

Deixe uma resposta