4 comentários


  1. 4 meses atrás  

    Obrigado pelo comentário Jorgiane Miranda. Sua análise está bem coerente com a proposta do design thinking e sua aplicação na gestão de projetos e das vantagens de se utilizar essa ferramenta em qualquer tipo de empreendimento.

    Alisson Duarte

  2. 4 meses atrás  

    Obrigado pelo comentário Alexandre. Seu comentário foi certeiro ao explicar a possibilidade de mesmo com método tratarmos de questões subjetivas relativas ao ser humano.

    Alisson Duarte

  3. 5 meses atrás  

    Gostei muito do artigo! Achei muito interessante essa ênfase na IDEALIZAÇÃO como um processo. Muitas vezes, quando falamos de criatividade e empatia, exercícios que fazem parte da etapa de idealização no Design Thinking, tendemos a pensar em algo solto, sem direcionamento ou foco, algo que acontece meio que por acaso, pois estamos lidando com questões subjetivas do ser humano. Mas na verdade, tais questões podem e devem ser trabalhadas de forma organizada dentro do Design Thinking, sem cerceamento da criatividade, mas com foco em soluções e pessoas.

    Alexandre Barbosa

  4. 6 meses atrás  

    Artigo interessantíssimo, pois alinha a aplicação do conceito de Design Thinking como ferramenta no auxílio da convergência de ideias entre o idealizador e o gerente do projeto, bem como a equipe envolvida em seu desenvolvimento e aplicação.
    O Design Thinking não só sustenta a fase de idealização do projeto como também pode ser útil na criação de ideias para adequação do escopo às adversidades do ambiente. Pois o designe thinking nada mais é que ao incentivo à geração de ideias que proporcionam alternativas durante a concepção dos projetos, norteadas pelo direcionamento do gestor quanto ao que é passível de ser efetuado proporcionando também ideias oportunas à melhoria das etapas do projeto e o pleno atendimento daa expectativas em torno de seu resultado final. Jorgiane Miranda/Una Sete Lagoas

    Jorgiane Miranda

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