4 comentários


  1. 4 meses atrás  

    O artigo faz interessantes analogias entre os feitiços e o gerenciamento de projetos. É de fundamental importância saber lidar com os desafios inerentes e com os obstáculos que possam vir a surgir durante a execução de qualquer projeto.
    Imagine se como no filme um gestor de projetos possuísse as habilidades do Harry Potter. Pensemos no prazo, poderíamos usar o “Engorgio” e como num passe de mágica o prazo que estava curto, aumentou. Ou então utilizar o “Legilimens” para entendermos as reais necessidades do cliente. Para um gestor seria uma maravilha, mas infelizmente na nossa realidade não contamos com encantamentos que facilitem o nosso trabalho.
    O gerente precisa ser uma pessoa perspicaz, pois durante a vida de um projeto sempre haverá problemas diversos. Seja por falta de recursos, seja pelo prazo ou mesmo por alterações solicitadas pelo cliente que tem o poder de alterar todo um planejamento.
    Portanto é preciso saber lidar com as limitações de recursos, os prazos apertados e por vezes com a cobrança dos clientes, sejam eles internos ou externos. O gestor precisa liderar inspirando e motivando sua equipe, e vez por outra realizar alguma magia.

    Paulo Santos

  2. 5 meses atrás  

    O artigo faz uma comparação perfeita que os poderes dos bruxinhos do filme Harry Potter possuem, e se os mesmo fossem aplicados corretamente na vida real, facilitaria muito o trabalho dos gerentes de projetos.
    O autor traça desde o momento da coleta de informações dos processos organizacionais, passando pelo envolvimento de seus clientes, cultivando um bom relacionamento e buscando ampliar a sua rede de networking, ele visa ter sempre um cuidado especial antes que as parcerias de contratos forem fechadas. Procura envolver todas as partes da organização, aplicando técnicas de otimização de recursos envolvidos no projeto, reavaliando os risco se analisando possíveis mudanças se necessário.
    Aplicando corretamente essas ferramenta com o processo em andamento, será possível ter um controle do cronograma, otimizando os recursos finalizando no tempo previsto e se possível diminuir os prazos de execução de tarefas, realizando um planejamento detalhado e apurado e conseguindo entregar o projeto com sucesso, obtendo lucro e qualidade.
    Gilmara e Bruna

    [email protected]

  3. 5 meses atrás  

    NÃO HÁ COMO DISCORDAR DO AUTOR: UMA VARINHA MÁGICA AJUDARIA MUITO A TODOS OS GERENTES DE PROJETOS!
    ENTRETANTO, QUANDO OBSERVAMOS DO PONTO DE VISTA DE GESTÃO DE PROJETOS, BEM COMO BUSCANDO CONFORMIDADE COM AS MELHORES PRÁTICAS SUGERIDAS PELO PMBOK, SE APLICARMOS CORRETAMENTE AS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DAS ÁREAS DE CONHECIMENTO (FEITIÇOS), A PROBABILIDADE DE O PROJETO ATINGIR O OBJETIVO SEM IMPACTAR NOS CUSTOS, PRAZOS E NA QUALIDADE (TRIANGULO MÁGICO) É BEM FACTÍVEL.
    A FORMA COMO O AUTOR ILUSTROU A RELAÇÃO ENTRE OS FEITIÇOS DA REFERIDA HISTÓRIA COM AS ÁREAS DE CONHECIMENTO DO PMBOK PODE SER DEMONSTRADA NA SEGUINTE ANALOGIA:

    ACCIO -> GESTÃO DE INTEGRAÇÃO;
    ALOHOMORA -> GESTÃO DE STAKEHOLDERS/PARTES INTERESSADAS;
    APARECIUM -> GESTÃO DO ESCOPO;
    ENGORGIO -> GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS;
    FINITE INCANTATEM -> GESTÃO DE RISCOS ;
    IMMOBULUS/REDUCTO -> GESTÃO DO TEMPO;
    LEGILIMENS -> GESTÃO DA COMUNICAÇÃO;
    LUMUS SOLEM -> GESTÃO DE AQUISIÇÃO;
    REPAIRO -> GESTÃO DA QUALIDADE;
    VINGARDIUM LEVIOSA -> GESTÃO DE CUSTOS;

    ASSIM SENDO, PODEMOS OBSERVAR QUE A MÁGICA POR TRÁS DA GESTÃO DE PROJETOS ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA À APLICAÇÃO SISTEMÁTICA DOS CONHECIMENTOS E TÉCNICAS DE GESTÃO DE PROJETOS, ALIADA A UM PROFISSIONAL EXPERIENTE, QUE USE “A VARINHA” COM SABEDORIA.

    Weslei Costa

  4. 5 meses atrás  

    Concordo.
    Poderes mágicos ajudaria e muito o GP, entretanto, cabe algumas considerações: Pé de coelho, ramo de arruda e santo predileto não são o bastante em alguns casos.
    Além de todas as dicas exibidas no artigo, o GP pode contar com pesquisas, estudos de campo, entrevistas e dinâmicas que permitam uma análise profunda do perfil e expectativas do cliente.
    O GP deve procurar ajudas especificas em cada momento, como exemplo, a de um advogado para avaliação de contrato.
    Uma boa prática, é realizar um Brainstorming junto aos responsáveis do projeto a fim de encontrar soluções não vistas antes. As vezes pessoas envolvidas tem boas ideias, mas, dificilmente aparecem oportunidades de deixá-los expor.
    Os recursos precisam ser bem definidos desde início do projeto, monitorado e controlado de forma a serem aplicados no tempo e duração corretos. Durante elaboração do cronograma, deve-se verificar atividades que poderão correr em paralelo ou aquelas que podem ser iniciadas antes do fim de outra atividade.
    O GP deve acompanhar e divulgar o real status de cada fase, tendo maturidade e sabedoria para avaliar e se necessário, deixar o projeto on hold até melhor momento para retomada.

    Michelle Sulene Amorim

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