O edifício do MAAT explicado pela arquiteta que o imaginou

Se o novo edifício do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) passar despercebido, a arquiteta que o pensou sentir-se-á elogiada. Era exatamente isso que a britânica Amanda Levete tinha em mente. “A ideia é que pareça a paisagem, deixando a vista livre para a cidade e para o rio”.

O MAAT, que Amanda garante que só poderia estar aqui, em Lisboa, é inaugurado na terça-feira e estará aberto ao público, gratuitamente, na quarta-feira, feriado, com uma extensa programação (ver caixa). Ontem, a agitação atingia picos elevados. Tão elevados como o número de pessoas que, este fim de semana, trabalha na obra – a assentar mosaicos, calçada, a limpar, a montar palcos, encarregues do catering, da montagem de exposições, da segurança. Abrirá pronto? “Já vi milagres maiores acontecerem”, diz a arquiteta espanhola Maria Alvarez-Santullano, gestora deste projeto do AL_A. Nos últimos dois anos, desde que a obra começou, veio a Portugal todos os meses, depois de duas em duas semanas e agora ao ritmo três dias por semana”.

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