Campo Grande tem 3ª maior evolução entre capitais em cobertura de esgoto

O aposentado Jacir Brazzo, de 57 anos, olha para o céu nublado neste início de primavera em Campo Grande e já se preocupa. Ele é morador há 12 anos do “Nova Campo Grande”, na região oeste da capital sul-mato-grossense, e sabe que junto com a chuva vai voltar a ver as ruas do bairro de pouco mais de 10 mil moradores, se transformarem em verdadeiros “rios de esgoto” correndo a céu aberto, espalhando doenças e contaminação.
No bairro, o lençol freático é muito superficial. Ainda sem contar com a rede coletora de esgoto, os moradores utilizam fossas para receber o esgoto doméstico. Mas quando chove, as fossas transbordam. A água da chuva se mistura então aos rejeitos, formando uma enxurrada tóxica. “O cheiro é insuportável. Além disso, se a chuva é muito forte a água acaba entrando dentro das casas, nos deixando expostos a todo tipo de doença. Não é a toa que vivemos no posto de saúde”, diz Brazzo.

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